terça-feira, 23 de novembro de 2010

Um mudo que tem dificuldades de viver em paz: Cada vez maior a tensão entre as Coréias.

 

O vice-embaixador da Coreia do Norte na ONU (Organização das Nações Unidas), Pak Tok-hun, rejeitou a intervenção do Conselho de Segurança da organização mundial e afirmou que o bombardeio desta terça-feira na fronteira da península Coreana deve ser discutido entre os dois países apenas.

Veja galeria de imagens dos ataques
Entenda a crise entre as duas Coreias
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Ao menos dois soldados sul-coreanos morreram e outras 18 pessoas ficaram feridos na troca de tiros entre as tropas na península Coreana. As duas Coreias, que estão tecnicamente em guerra, trocaram acusações sobre quem começou o ataque e ameaçaram retaliar qualquer novo incidente.

Fumaça pode ser vista em local atingido por bombardeio norte-coreano, na ilha Yeonpyeong, no mar Amarelo

Mais cedo, um diplomata francês afirmara que o Conselho de Segurança faria uma reunião excepcional para discutir o confronto coreano. O britânico Mark Lyall Grant, presidente do órgão, negou. "Não foi solicitada nenhuma reunião", limitou-se a responder Grant, que estaria, contudo, em consulta com os outros 14 Estados membros sobre o que fazer sobre o incidente coreano.

A Coreia do Norte fez dezenas de disparos de artilharia contra uma ilha sul-coreana, deixando uma vila com cerca de mil habitantes em chamas, em um dos ataques mais pesados contra o país vizinho desde que a Guerra da Coreia chegou ao fim, em 1953, com um armistício.

"[O incidente] não deve ser discutido pelo Conselho de Segurança, mas deve ser discutido entre o Norte e o Sul", afirmou Pak Tok-hun. "O Conselho de Segurança está lidando com ameaças à paz internacional e segurança', disse ele. "Esta é uma questão regional entre o Norte e o Sul".

Diplomatas ocidentais afirmam que não está claro se o Conselho tomará alguma medida, e qual seria, diante da relutância da China em ver o governo de Pyongyang, seu aliado, ser reprimido pelo Conselho de Segurança, que reúne 15 países.

A China, como Reino Unido, França, Rússia e Estados Unidos, têm poder de veto e podem impedir qualquer ação do grupo.

CAUTELA

Oficialmente, o tom da China e também dos EUA é de cautela. Horas após confronto, os países foram a público pedir moderação aos dois países vizinhos e descartaram qualquer ação militar contra a provocativa Coreia do Norte.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta terça-feira moderação às duas Coreias, depois de condenar o ataque da artilharia norte-coreana contra uma ilha sul-coreana.

Já o enviado especial dos EUA à península Coreana, Stephen Bosworth, destacou nesta terça-feira, depois de se reunir com representantes do governo chinês em Pequim, que os dois países consideram que uma guerra entre as duas Coreias seria "muito indesejável".

AFP 
Presidente sul-coreano Lee Myung-Bak se reúne com líderes militares em Seul, após bombardeio do Norte

Bosworth, quem reiterou a condenação dos EUA ao ataque de artilharia "iniciado pela Coreia do Norte", ressaltou que, em suas reuniões com os responsáveis chineses, ambas as partes concordaram também que as duas Coreias devem "agir com moderação".

O negociador não quis qualificar de crise o incidente, mas reconheceu que "os fatos falam por si sós".

Nos EUA, o porta-voz do Pentágono, coronel David Lapan, reforçou argumento de que seria prematuro nesse momento considerar uma ação militar contra a Coreia do Norte.

O presidente americano, Barack Obama, deve receber ainda nesta terça-feira de seus conselheiros de inteligência um novo relatório sobre a crise provocada pelos disparos de artilharia.

Obama foi acordado às 03h55 local por seu conselheiro de Segurança Nacional, Tom Donilon, que o informou sobre o incidente. Depois de receber o relatório, viajará para o Estado de Indiana (norte), como estava previsto em sua agenda, na companhia do vice-presidente Joe Biden para visitar uma fábrica da Chrysler.

ATAQUE

A Coreia do Norte disparou nesta terça-feira quase 50 peças de artilharia contra uma ilha sul-coreana, matando dois soldados e deixando outras 18 pessoas feridas. O ataque provocou uma reação imediata da Coreia do Sul, que enviou caças de guerra F-15 e F-16 à região. Agências estatais de Seul indicam que o Norte deu início aos combates. Pyongyang nega e sustenta que tropas sul-coreanas foram as primeiras a abrir fogo.

Segundo o canal YTN, quase 50 obuses caíram na ilha de Yeonpyeong, que tem mil habitantes, localizada no mar Amarelo, em uma área disputada pelas duas Coreias e que já registrou incidentes no passado.

Editoria de Arte/Folhapress 

Dois soldados sul-coreanos morreram no ataque. Ao anunciar o balanço, o general Lee Hong-Ki informou ainda que cinco militares estão gravemente feridos e outros dez sofreram ferimentos leves. Além disso, três civis foram feridos.

Os disparos foram executados dois dias depois que um cientista americano revelou a existência de um novo programa de enriquecimento de urânio na Coreia do Norte, o que aumentou a tensão e a preocupação de Washington e de seus aliados.

"Uma unidade de artilharia executou disparos de provocação às 14h34 (3h34 de Brasília) e as tropas sul-coreanas responderam imediatamente", afirmou uma fonte do Ministério de Defesa sul-coreano.

"As Forças Armadas estavam executando exercícios navais e o Norte parece ter disparado para demonstrar sua oposição", declarou uma fonte militar sul-coreana ao canal YTN.

Os disparos tiveram como alvo a ilha de Yeonpyeong, que tem mil habitantes, localizada no mar Amarelo, em uma área disputada pelas duas Coreias e que já registrou incidentes no passado. Dezenas de casas foram incendiadas e Seul determinou que a retirada dos moradores da região.

O aumento de tensão entre os dois países --oficialmente em condição de cessar-fogo desde o fim da guerra em 1953-- preocupa a comunidade internacional, sobretudo os Estados Unidos, a Rússia e a China.

O armistício acordado entre o Sul e o Norte determina que as duas nações estão oficialmente em guerra desde o fim da década de 50, mas se comprometem a não realizar ataques. Os incidentes, contudo, ocorreram várias vezes nos últimos anos, sobretudo na região do mar Amarelo. O último incidente mais significativo ocorreu ainda no final de março, quando a corveta de guerra Cheonan foi alvo de um ataque que matou 46 marinheiros sul-coreanos.

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